Atualização em Fraturas Supracondilianas do Cotovelo Infantil

As fraturas supracondilianas são as mais comuns do cotovelo pediátrico e fazem parte do dia a dia dos ortopedistas que atendem no serviço de emergência. Estimativas dos EUA indicam uma incidência de 177 para cada 100.000 habitantes, sendo quase tão comum quanto doenças ortopédicas pediátricas como pé torto congênito ou displasia do quadril, e o seu pico de incidência é dos 5 aos 8 anos.

Pé Torto Congênito: o que há de novo?

A partir da an√°lise de estudos realizados em 2018 e 2019, o ortopedista Dr. David Nordon discute neste artigo as mais recentes evid√™ncias sobre esta que √© considerada uma das deformidades cong√™nitas mais comuns O p√© torto cong√™nito √© considerado por alguns estudos como a deformidade cong√™nita mais comum, atingindo 1 a cada 1000 nascidos vivos. Ocorre por uma altera√ß√£o na deposi√ß√£o do col√°geno posteromedial da perna, provocando uma deformidade em cavo, aduto, varo e equino, com perna e p√© mais curtos do que os n√£o afetados. P√© torto cong√™nito, vista anterior. (Imagem: arquivo pessoal do autor, reproduzida com autoriza√ß√£o.) H√° alguns fatos consistentes sobre o p√© torto cong√™nito: O melhor tratamento atualmente √© o tratamento gessado pela t√©cnica de Ponseti, que promove uma corre√ß√£o progressiva da deformidade atrav√©s de gessos inguinopod√°licos bem moldados. O componente crural do gesso impede a perda da rota√ß√£o externa do p√© e √© essencial…

SEPSE 3.0 ‚Äď Vantagens e limita√ß√Ķes das novas defini√ß√Ķes

Em 1991, ap√≥s uma confer√™ncia entre especialistas, foram estabelecidas as primeiras defini√ß√Ķes para a sepse, considerando esta condi√ß√£o como uma s√≠ndrome inflamat√≥ria sist√™mica associada a um foco infeccioso, conforme descrito no Quadro 1. No que diz respeito √† elevada sensibilidade e relativa inespecificidade desses crit√©rios, at√© o momento, n√£o se disp√Ķe de marcadores cl√≠nicos ou biol√≥gicos que possam efetivamente diagnosticar sepse com acur√°cia bastante elevada. Em 2001, uma nova rodada de defini√ß√Ķes foi realizada, por√©m sem modificar efetivamente o conhecimento e a conceitua√ß√£o da sepse, mantendo-se assim os crit√©rios da s√≠ndrome da resposta inflamat√≥ria sist√™mica (SIRS).

Quando e como devemos investigar Trombofilias em pacientes com eventos Tromboembólicos?

Uma das situa√ß√Ķes mais comuns na qual nos deparamos na pr√°tica cl√≠nica √© a
definição de quando e como investigar trombofilias em pacientes com eventos
embólicos. Para ajudar a responder essa pergunta, foi publicada recentemente uma
revisão específica sobre o assunto. Os pontos mais importantes serão ressaltados
abaixo:

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