Gravidez molar: diagnóstico, manejo e seguimento na prática clínica
A gravidez molar, também chamada de doença trofoblástica gestacional, é uma condição caracterizada pela proliferação anormal do tecido trofoblástico, podendo…
A candidíase vulvovaginal recorrente é uma condição frustrante tanto para pacientes quanto para médicos. Apesar de comum, o manejo eficaz exige atenção aos fatores imunológicos, microbiológicos e terapêuticos. Este artigo resume as melhores estratégias diagnósticas e terapêuticas para médicos que desejam melhorar o cuidado com mulheres que convivem com infecções fúngicas recorrentes.
Você já atendeu uma paciente com múltiplos episódios de candidíase no ano e que chega ao consultório exausta, muitas vezes após autotratamentos ineficazes? A candidíase vulvovaginal recorrente (CVVR) é definida pela ocorrência de três ou mais episódios sintomáticos em um período de 12 meses. Estima-se que até 23% das mulheres tenham algum episódio recorrente ao longo da vida.
A boa notícia é que há protocolos eficazes para tratamento e prevenção — e este texto vai direto ao ponto.
Mais de 80% das pacientes apresentam melhora com esse esquema, mas até metade pode ter recaída após a suspensão do tratamento.
Embora com evidências limitadas, algumas medidas podem ajudar:
A candidíase de repetição é mais do que um simples “caso ginecológico” — é uma condição que afeta significativamente a qualidade de vida. Como médicos, nossa atuação deve ir além da prescrição: requer diagnóstico preciso, tratamento sustentado e uma escuta ativa. O manejo bem-sucedido é possível, desde que se respeite a complexidade da condição e as nuances individuais da paciente.
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Gabriel Henriques Amorim é médico (CRM-SP 272307), especialista em Educação na Saúde pela USP e residente de Medicina de Família e Comunidade no Hospital das Clínicas da FMUSP. No blog da Manole, compartilha conteúdos práticos, baseados em evidências, voltados para o dia a dia do cuidado em saúde.
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